Kansas State University

Prédio da Kansas State University.

Universidade de Utah

Fachada do Departamento de Filosofia da Universidade de Utah.

Universidade de Pradesh Arni

Uma das fachada da Pradesh Arni University, na Índia.

University PrimeTime

Paisagem da Marist University / University PrimeTime, nos Estados Unidos.

Universidade de Oxford

Anglian College, da Universidade de Oxford.

A Secretaria de Educação de Jaguaruana e o IFCE fazem enquete no link:

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quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Repositório Institucional da UFC publica trabalhos de pós-graduação



Encontra-se no Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará a Dissertação de Mestrado intitulada: "Concepções do psicossocial e a política de saúde mental brasileira".

Defendida em julho de 2017 no Programa de Pós-graduação em Psicologia da UFC a referida dissertação contou com a orientação do professor doutor Aluísio Ferreira de Lima (UFC) e coordenador do Paralaxe: Grupo Interdisciplinar de Estudos, Pesquisas e Intervenções em Psicologia Social Crítica.

Participaram das bancas de defesa e qualificação: Luis Guilherme Galeão da Silva (USP), Zulmira Áurea Cruz Bonfim (UFC),  Camila Vieira (UFC-Sobral) e o professor Silvio Yasui (UNESP-Assis). 

O estudo em questão, faz uma investigação da palavra psicossocial a partir da sistematização da análise de textos da psicologia social, da saúde, das ciências humanas de modo geral e da saúde mental de modo específico. 

Também faz uma análise da palavra na construção da Política de Saúde Mental Brasileira denominada Atenção Psicossocial, a partir de uma imersão na legislação brasileira, além de outros outros textos normativos.

O resultado é uma contextualização inédita da ideia psicossocial e o impacto das suas práticas correlatas na saúde mental brasileira, notadamente, através da criação dos CAPS - Centros de Atenção Psicossocial.
Além de poder visualizar e ler essa publicação na íntegra acessando o link:

Você pode prestigiar outros trabalhos científicos produzidos nessa instituição de destacada relevância acadêmica regional e nacional. Comprovam isso a aplicação de produtos tecnológicos no cotidiano, a crescente publicação de artigos e outros textos de alta qualidade, intervenções sociais de grande impacto social, formação de qualidade na graduação e ainda a grande demanda de estudantes oriundos do ENEM. 

Abraços!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

A relevância do PET Saúde para o ensino em saúde no Brasil

O Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde - PET-Saúde é regulamentado pela Portaria Interministerial nº 421, de 03 de março de 2010, inspirado no Programa de Educação Tutorial - PET, do Ministério da Educação.


Como uma das ações intersetoriais direcionadas para o fortalecimento da atenção básica e da vigilância em saúde, de acordo com os princípios e necessidades do Sistema Único de Saúde - SUS, o Programa tem como pressuposto a educação pelo trabalho e disponibiliza bolsas para tutores, preceptores (profissionais dos serviços) e estudantes de graduação da área da saúde, sendo uma das estratégias do Programa Nacional de Reorientação da Formação Profissional em Saúde, o PRÓ-SAÚDE, em implementação no país desde 2005. 


O PET Saúde tem como fio condutor a integração ensino-serviço-comunidade, e é uma parceria entre a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde – SGTES, Secretaria de Atenção à Saúde – SAS e Secretaria de Vigilância em Saúde - SVS, do Ministério da Saúde e a Secretaria de Educação Superior – SESU, do Ministério da Educação.

Em Quixadá, Ceará o PET Saúde existe desde de 2013 através da Faculdade Católica Rainha do Sertão com apoio do Ministério da Saúde e tem dado vários frutos, dentre eles: a integração dos serviços de saúde e saúde mental, a aproximação dos serviços municipais com instituições formadoras, a realização de práticas inovadoras em saúde e ainda a execução de eventos de sucesso como a XXII Jornada Quixadaense de Saúde Mental e Cidadania.

Para garantir a continuidade desse projeto tão importante para a formação de novos quadros em saúde e manutenção de práticas em serviços de todo o país foi criada uma petição pública. A partir do link abaixo pode-se preencher a petição. Depois basta aguardar a mensagem para confirmação.

http://www.peticaopublica.com.br/psign.aspx?pi=BR77854http://www.peticaopublica.com.br/psign.aspx?pi=BR77854
Nas palavras da Profa. Assist. Dra. Alice Yamashita Prearo:
"É inegável que as políticas indutoras têm promovido uma formação mais vinculada com as necessidades de saúde da população, pautada no trabalho em equipe multiprofissional, assim como, por outro lado, propiciado educação permanente dos profissionais envolvidos e estimulado o desenvolvimento de pesquisa aplicada. A avaliação de todos é de que essas trocas têm sido fundamentais para a formação/aprimoramento contínuos, e propiciado uma ampla reflexão sobre os problemas da área e da co-responsabilidade na proposição de estratégias criativas para transformação da realidade. "
Por isso, é muito importante outros setores da sociedade conheçam esse processo PET que visa integrar o ensino superior na saúde aos serviços públicos, via de regra, tão carentes de recursos humanos. É válido o incentivo, o apoio e a divulgação dessa petição.

Fonte: 
http://www.ufal.edu.br/estudante/graduacao/programas/petsaude/o-que-e-o-pet-saude

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Evento de saúde mental recebe inscrição de trabalhos acadêmicos

 
 
Estão abertas as inscrições de trabalhos científicos da XXI Jornada Quixadaense de Saúde Mental e Cidadania que será realizada nos dias 11, 12 e 13 de dezembro de 2013, na cidade de Quixadá, no Sertão Central  cearense. O evento ocorrerá nas dependências da Faculdade Católica Rainha do Sertão que mais uma vez acolhe a jornada.

Antenada com uma das principais questões do campo da saúde mental no Brasil, a proposta da jornada é refletir a dependência química. Para isso, a Comissão Organizadora da XXI Jornada definiu o tema: "Dinâmica Social e Psicopatologia da Dependência Química".

Haverá a tradicional conferência proferida pelo professor e pesquisador Jackson Sampaio, hoje reitor da Universidade Estadual do Ceará - UECE, além da participação de nomes relacionados à temática do evento como Paulo Diógenes, Vereador da Câmara Municipal de Fortaleza; Major Edson Aragão, Especialista em Dependência Química; Ms. Juliana Sena, Coordenadora Especial de Políticas sobre Drogas de Fortaleza, dentre outros.

A XXI edição do evento celebra 20 anos da política de saúde mental em Quixadá que culminou com a instalação do Centro de Atenção Psicossocial de Quixadá, o terceiro CAPS Geral criado no Ceará e um dos primeiros do Brasil.

Poderão enviar trabalhos doutorandos, mestrandos, pesquisadores, especialistas, estudantes de graduação ou graduados que tenham pesquisas, estudos ou produções no campo da saúde mental com ênfase na dependência química. Dentre os temas propostos no edital segue:


- Dependência Química
 
- Atenção Psicossocial
- Políticas de Saúde Mental
- Psicopatologia Infantil

- Terapias na dependência química

- O trabalhador da Saúde Mental

- Transformações sociais na saúde mental

Os trabalhos selecionados serão apresentados na modalidade painel nos horários estabelecidos pela comissão organizadora do evento.
Segue link do edital com as normas dos trabalhos:

https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnx4eGlqb3JuYWRhZGVzYXVkZW1lbnRhbHxneDo2MzA4MTM1M2NlNTE5YzI5




 

domingo, 14 de julho de 2013

IMPACTO DAS MANIFESTAÇÕES NO ENSINO SUPERIOR? DIPLOMAS DE DENTISTA E PSICÓLOGO TAMBÉM PODERÃO EXIGIR CICLO NO SUS

Além da educação, mobilidade, corrupção e segurança, a saúde pública brasileira foi apontada como um dos grandes temas nos dias de manifestações nas ruas do país.
Iniciadas há cerca de um mês as marchas que ocorreram em centenas de cidades clamavam por melhorias nos serviços públicos. Ao mesmo tempo repudiavam grandes investimentos em eventos esportivos identificados com o “pão e circo” da antiguidade romana.
Várias ações no Congresso Nacional e até na Presidência da República (incluindo a ideia do plebiscito) foram influenciadas pelas “vozes das ruas” como se convencionou afirmar.
Alguns encaminhamentos foram dados nos campos da mobilidade urbana, educação, segurança e de leis de combate à corrupção  dentre outros crimes. O mesmo não se pode afirmar da saúde, onde as promessas de melhoria se restringiram à vinda de alguns milhares de médicos vindos de outros países para atuarem nas regiões mais distantes do sertão e periferias.
Primeiro chama atenção que médicos de outros países aceitem trabalhar justamente onde colegas médicos daqui não aceitam ir pelos motivos conhecidos por todos. Será que eles estão vindo enganados ou iludidos?
Depois sempre vi com desconfiança a vinda dos médicos ibéricos e cubanos para atuar no Brasil. Os argumentos são vários. Seria um voto de desconfiança para com os médicos nacionais? Seria um plano comunista para introduzir no Brasil agentes cubanos? Afora ilações e retórica, o certo é que muitos gestores (inclusive gestores médicos) ficaram enfastiados com as cobranças do povo pela presença dos médicos nos postos, nos hospitais.
Outra pergunta oportuna: será que somente os competentes e obstinados colegas médicos (minha opinião sincera) sofrem com as condições indignas que nos submetem muitas vezes a parca estrutura pública?
Outro capítulo da novela da saúde se descortina: a regulamentação do Ato Médico, Projeto de Lei nº 268, de 2002 que dispõe sobre o exercício da Medicina. Tal Projeto foi aprovado no Congresso Nacional (no contexto das manifestações) e recentemente sofreu dez vetos da Presidente Dilma Rousseff que provocou satisfação em milhares de profissionais de saúde que viram suas práticas preservadas.
A deputada estadual Rachel Marques argumentou a favor dos vetos presidenciais na sessão do dia 12 de julho de 2013, na Assembleia Legislativa do Ceará. Citou o exemplo dos psicólogos que “são preparados para fazer diagnóstico de transtorno mental”. Ver matéria do jornal O POVO na íntegra:
http://www.opovo.com.br/app/opovo/politica/2013/07/13/noticiasjornalpolitica,3091294/projeto-do-ato-medico-divide-opinioes-na-assembleia.shtml
A despeito das várias críticas que são feitas ao status que os médicos gozam no país, ou seja, da situação de poder que eles usufruem no imaginário popular (e no cenário político), tal como, nas pequenas e médias cidades do interior, é notório que o projeto do Sistema Único de Saúde é muito grande e requer orçamento correspondente, o que não vem ocorrendo nos últimos anos.
Um Sistema Único que anseia abarcar TODOS os brasileiros? Não sei se quaisquer 10% do PIB deem cabo de tamanha conta.
Em relação à suposta ameaça que os médicos estrangeiros representam aos médicos brasileiros (segundo alguns críticos denunciaria certa estrutura de poder) e a ameaça à própria população (segundo outros devido ao despreparo e diferença cultural), o Governo Federal parece ter encontrado a oportunidade para o que mais uma vez desagradou aos colegas médicos que consideraram a iniciativa federal pouco dialógica e muito impositiva: atuação dos formandos médicos obrigatórias no SUS.
A Medida Provisória (MP) ampliará de seis para oito anos a duração de medicina em instituições públicas e privadas valendo para estudantes que ingressarem na faculdade a partir de 2015.
A criação de um ciclo obrigatório de atuação no SUS não deve ficar restrito ao curso de medicina, como definido no Programa “Mais Médicos” do governo federal. O Conselho Nacional de Educação (CNE) estuda a adoção da medida para outras carreiras da área de saúde. O plano prevê que estudantes de odontologia, psicologia, nutrição, enfermagem e fisioterapia também concluam a formação com atividades na rede pública.
Isso parece bastante razoável, pelo menos para os médicos formados na rede pública de ensino superior. Historicamente o que se viu foram médicos se formando e fazendo residência na rede pública de assistência e de ensino e depois se estabelecendo em clínicas nos bairros nobres das cidades e cobrando centenas de reais em consultórios e pequenas fortunas nas cidades do interior. Não que isso precisasse acabar, mas que a contribuição para o Estado e para a sociedade precisava ocorrer com mais ênfase.
 
 
Leia mensagem do Planalto que explica os vetos ao Projeto de Lei aprovado no Congresso Nacional: